Devo trocar a restauração em amálgama por resina?

Postado: 12 de April de 2020

Amálgama

Entenda a diferença entre elas
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As restaurações em amálgama de prata já foram as mais utilizadas nos consultórios dentários. Por isso, muitas pessoas têm o material escuro visível na parte posterior da arcada. Mas, atualmente, a resina composta é a mais usada após a retirada de cáries ou em casos de fraturas dentárias. Sua utilização traz vantagens estéticas, já que o material apresenta a mesma cor dos dentes.  Algumas pessoas com restaurações antigas em amálgama também optam por trocá-las pela resina.
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Mas quem pensa em ficar com um sorriso mais bonito fazendo esta troca deve antes consultar um profissional: após exames, o dentista poderá indicar se o procedimento é recomendável em cada caso.
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Quando a restauração é pequena e não causa grande incômodo estético, pode ser desvantajoso substituí-la, pois sempre há alguma perda de área saudável do dente durante a retirada da amálgama. Por outro lado, quando a restauração é grande, estudos comprovam que a resina oferece menor risco de lesões em decorrência da mastigação as restaurações em amálgama, por serem muito rígidas, podem ocasionar fraturas dentárias e o risco de perda do dente. Nos casos em que já há fraturas ou infiltrações, a restauração antiga deve ser trocada e o paciente pode optar pelo uso da resina.
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Umas das desvantagens da resina é sua maior suscetibilidade a infiltrações, pois ela fica “colada” no dente. Seu uso demanda maior atenção à higiene bucal, para evitar a formação de cáries abaixo da restauração. Outra desvantagem é sua durabilidade, de 3 a 10 anos, enquanto a amálgama dura entre 30 e 40 anos. Uma dúvida comum entre muitos pacientes é se o mercúrio presente na amálgama pode causar danos à saúde, mas não há evidências científicas que comprovem esta hipótese – as restaurações metálicas são consideradas seguras e ainda são utilizadas.
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Clínica Odontobarra – Dentistas 24hrs

Publicado por: clinicaodontobarra

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